Começou nesta segunda-feira (1) a 2ª etapa anual de vacinação contra a Febre Aftosa em todo o território mineiro. Deverão ser imunizados bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses. A expectativa é que sejam imunizados cerca de 10 milhões de animais em todo o estado com o objetivo de preservar a sanidade dos rebanhos e manter o compromisso com o agronegócio de Minas. A campanha vai até 30 de novembro. 

 

“Tanto os médicos-veterinários quanto os zootecnistas desempenham um papel relevante como formadores de opinião no meio rural, assim mais do que nunca os profissionais devem estar empenhados para contribuir para que a campanha de vacinação contra Febre Aftosa alcance os resultados esperados”, comenta o assessor técnico do CRMV-MG, Messias Lobo.

 

Para o assessor do CRMV-MG, “o resultado positivo no cumprimento das metas de vacinação contra Febre Aftosa traz grandes benefícios a toda cadeia produtiva, tendo em vista principalmente o mercado internacional”, acrescenta.

 

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), fiscaliza a campanha junto aos produtores rurais e estabelecimentos revendedores de vacina. O diretor-geral do IMA, Thales Fernandes, destaca a parceria dos produtores e das entidades representativas do setor. “Contamos, mais uma vez, com o apoio e a dedicação dos elos da cadeia produtiva para que o nosso estado alcance o índice de vacinação esperado. Peço o apoio dos produtores rurais mineiros, pois a vacinação é essencial para manter o rebanho de Minas sadio e livre de focos da doença. É muito importante cumprirmos o calendário oficial da vacinação”, reforça, informando que em 2022 está confirmada a campanha em todo o estado.

 

O médico-veterinário e fiscal do IMA Natanael Lamas lembra que a vacinação mantém a saúde do rebanho e o reconhecimento internacional de zona livre com vacinação, obtido pelo estado junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Este status favorece o agronegócio e o acesso a mercados internacionais, contribuindo de forma significativa para o Produto Interno Bruto (PIB) mineiro”, destaca Dias.

O compromisso dos pecuaristas mineiros na vacinação do rebanho bovino e bubalino, ao longo dos anos, têm contribuído para a corrida da conquista do novo status sanitário, que significa a futura retirada da vacinação contra a febre aftosa.  Minas compõe o Bloco IV no Plano Estratégico do PNEFA junto com Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Esses estados buscam a retirada da vacinação contra a febre aftosa em seus rebanhos.

 

O produtor que não vacinar os animais e não enviar a declaração está sujeito a multas. O prazo para comprovar a vacinação termina em 10 de dezembro.

 

Assessoria de Comunicação do CRMV-MG, com informações do IMA.